Começou com uma ligação que eu tinha medo de não conseguir fazer.
Meus avós moram sozinhos, longe de mim. Toda semana eu ligava — e, quando o telefone tocava demais sem resposta, meu coração disparava. Será que só saíram? Será que aconteceu alguma coisa?
Eu não queria câmeras na casa deles. Não queria vigiar. Eu só queria uma coisa simples: saber, todo dia, que eles estavam bem — sem invadir a privacidade de ninguém, sem transformar o cuidado em controle.
Foi disso que nasceu o Vivant. Um toque de "estou bem" no horário combinado. E, se um dia esse toque não vier, eu sou avisado na hora — e posso agir antes que seja tarde.
— Victor, criador do Vivant